Os alunos aprovados nos processos seletivos dos Programas de Pós-graduação em Química ou Bioquímica podem participar do Programa Químico de Petróleo e Biocombustíveis. Para esse fim, o aluno de Mestrado deverá cursar no mínimo 8 créditos e o aluno de Doutorado 12 créditos. As disciplinas obrigatórias do Programa Químico de Petróleo e Biocombustíveis para a Pós-graduação correspondem a cinco créditos, sendo que os demais créditos deverão ser obtidos nas disciplinas eletivas.

As disciplinas obrigatórias do Programa Químico de Petróleo e Biocombustíveis para a Pós-graduação são:

As disciplinas eletivas do Programa Químico de Petróleo e Biocombustíveis para a Pós-graduação são:

Além da obtenção dos créditos, o aluno de Pós-graduação deve realizar sua dissertação de Mestrado ou tese de Doutorado em um dos projetos cadastrados no Programa Químico de Petróleo, sob a orientação dos docentes que participam do Programa.

 

 


 

DISCIPLINAS

 

Título Ementa
Tópicos especiais em Bioquímica: Biomassa e Biocombustíveis
(IQB-701)
Visão geral da biomassa agroenergética provendo combustíveis modernos. Culturas energéticas, caracterização das matérias primas (canavieira, amilácea, oleaginosas e florestais). Panorama mundial e tecnologia para produção de etanol. Tratamentos da matéria-prima/processos de hidrólise. Processos para a produção de biodiesel, relação entre matéria-prima e tipos de biodiesel. Pré-tratamentos da biomassa. Multi-produtos da Biorrefinaria. Biomassa como fonte de geração elétrica. Ciclos de geração. Alternativas para o aproveitamento de resíduos e efluentes gerados nos processos produtivos.

Bibliografia: (1) Manual de Biodiesel (2007). Editora Edgard Blucher. Eds: Gerhard Knothe Jürgen Krahl; Jon Van Gerpen & Luiz Pereira Ramos. (2) Biodiesel, Growing a New Energy Economy (2005). Editora: Chelsea Green Publishing. Ed:Greg Pahl. (3) Fast Pyrolysis of Biomass (2002). Editora CPL Press. Ed: A.V. Bridgwater. (4) Biomass and Bioenergy: New Research (2006). Hardcover. (5) Boyle, G. Renewable Energy. Power for a Sustainable Future. 2ª ed. New York: Oxford University Press Inc., 2004. (6) Tolmasquim, M. T (Org.).  Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. (7) Leite, A. D. A energia do Brasil. Rio de Janeiro: Campus, 2007. (8) Fermentação Alcoólica: Ciência e Tecnologia. Ed. Fermentec.
A Tecnologia Enzimática da Biomassa
(IQB-710)
O curso aborda o processamento enzimático da biomassa, com ênfase na ação dos biocatalisadores nos principais componentes macromoleculares da biomassa, a saber a celulose, a hemicelulose e a lignina. Os principais tópicos do curso são: (i) Microrganismos produtores de enzimas; (ii) Processos de produção de enzimas; (iii) Caracterização das preparações enzimáticas em relação as atividades de celulases, hemicelulases, peroxidases e esterases; (iv) Desenho de misturas enzimáticas específicas para o tipo de biomassa e pré-tratamento utiliozado; (v)  Hidrólise enzimática da biomassa; (vi) Caracterização dos xaropes de biomassa.

Bibliografia: (1) Enzimas em Biotecnologia: Produção, Aplicações e Mercado (2008), Bon, E.P.S. Ferrara, M.A., Corvo, M.L., Vermelho, A.B., Alencastro, R.B., Coelho, R.R.R. (Editores). Editora Interciência, Rio de Janeiro, RJ. (2) Séries em Biotecnologia. Volume I. Tecnologia de Bioprocessos (2008), Pereira Junior, N.; Bon, E.P.S..; Ferrara, M.A.. 1ª edição. Rio de Janeiro: Escola de Química/UFRJ. (3) Biotecnologia Industrial - Processos fermentativos e enzimáticos (2002), Lima, U.A., Aquarone, E., Borzani, W., Schmidell, W., Editora: Edgard Blucher. (4) Biocatalysis and Bioenergy (2008), Ching T. Hou and Jei-Fu Shaw. (Org.). Hoboken, NJ John Wiley & Sons, Inc., Publication.
Aplicação de Enzimas em Tecnologia Ambiental
(IQB-748)

Introdução: Biomoléculas, microrganismos, atividade industrial e poluentes prioritários. Poluição hídrica. Indicadores da poluição hídrica: DBO, DQO, COT, SS, O&G, Toxicidade.  Processos de tratamento de efluentes. Configuração de biorreatores para tratamento biológico de efluentes. Enzimas: Mercado e aspectos legais para utilização em tecnologia ambiental. Enzimas: Estrutura, atividade enzimática e estabilidade. Produção de enzimas de interesse por fermentação no estado sólido e submersa: Características requeridas para aplicação ambiental. O potencial de aplicação de enzimas em tecnologia ambiental. Critérios para Aplicações bem sucedidas. Estudo de casos: utilização de lipases, proteases, celulases, Lacases, ligninsaernicharo, C.A.L. Principio do tratamento Biológico de agues residuárias. DESA/UFMG. 1997. (2) M.C. Cammarota and D.M.G. Freire. A review on hydrolytic enzymes in the treatment of wastewater with high oil and grease content. Bioresource Technology, .97, p.2195 -2210, 2006.

Tópicos especiais em Bioquímica C: Biocatálise, Bioenergia e Meio ambiente
(IQB-798)

A prospecção tecnológica como ferramenta para a definição de estratégias tecnológicas e priorização na distribuição de recursos no setor público; A matriz energética brasileira e a contribuição das energias renováveis; Recursos naturais e potencial energético; Recursos naturais e indústria química brasileira; Bioetanol, biohidrogênio e biogás.

Bibliografia: (1) Biocatalysis: Fundamentals and applications (2004), Bommarius, A. S., Riebel, B. R., Editora Wiley-VCH. (2) Bioetanol Combustível: Uma oportunidade para o Brasil (2009), CGEE. (3) Perrone, C. C. ; Appel, L. G. ; Lellis, V. L. M. ; Ferreira, F. M. ; Sousa, A. M. ; Ferreira-Leitão, V. S. Ethanol: An Evaluation of its Scientific and Technological Development and Network of Players During the Period of 1995 to 2009. Waste and Biomass Valorization, v. 2, p. 17-32, 2011. (4) Ferreira-Leitão, V. ; Gottschalk, L. M. F.; Ferrara, M. A. ; Nepomuceno, A. L.; Molinari, H. B. C.; Bon, E. P. S. Biomass Residues in Brazil: Availability and Potential Uses. Waste and biomass valorization, v. 1, p. 65-76, 2010.
Química Orgânica Avançada
(IQU-706)

Ácidos e bases. Intermediários de reações. Orbitais moleculares. Simetria orbital. Efeito de estrutura na reatividade de compostos orgânicos.

Bibliografia: (1) F. A. Carey and R. J. Sundberg, Advanced Organic Chemistry, Vol. A, 4th Ed., Springer, NY, 818pp., 2004. (2) Jerry March and M. B. Smith, Advanced Organic Chemistry, 5rd Ed., Wiley, NY, 1377pp., 2001. (3) Peter Sykes, A Guidebook to Mechanism in Organic Chemistry, 6th Ed., Prentice Hall, NY, 432pp., 1986. (4) Addy Pross, Theoretical and Physical Principles of Organic Reactivity, Wiley, NY, 312pp., 1995. (5) Neil Isaacs, Physical Organic Chemistry, 2nd Ed., Longman, UK, 411pp., 1995. (6) Ian Fleming, Frontier Orbitals and Organic Chemical Reactions, John Wiley & Sons, NY, 243pp., 1976. (7) Bernard Miller, Advanced Organic Chemistry: Reactions and Mechanisms, 2nd Ed, Prentice Hall, London, 2002. (8) Dennis A. Dougherty, Eric V. Anslyn, Modern Physical Organic Chemistry, University Science Books, NY, 2006. (9) Artigos de periódicos especializados como J. Am. Chem. Soc., J. Org. Chem. e J. Phys. Chem.
Química Inorgânica Avançada
(IQU-708)

Estrutura atômica. Termos espectroscópicos. Eletronegatividade. Simetria. Espectroscopia no infravermelho de compostos de coordenação. Teoria de orbitais moleculares aplicada à química inorgânica. Teorias de ligação química aplicadas aos compostos de coordenação. Teoria de bandas.

Bibliografia: (1) F. A. Cotton, Chemical Applications of Group Theory, Wiley, 3a ed., 1990. (2) D. C. Harris e M. D. Bertolucci, Symmetry and Spectroscopy, Oxford, 1978. (3) R. S. Drago, Physical Methods in Chemistry, Saunders, 1977. (4) K. Nakamoto, Infrared and Raman Spectra of Inorganic and Coordination Compounds, Wiley, 4a ed.,1986. (5) J. E. Huheey, E. A. Keiter e R. L. Keiter, Inorganic Chemistry - Principles of Structure and Reactivity, Harper-Collins, 4a ed., 1993. (6) A. B. P. Lever, Inorganic Electronic Spectroscopy, Elsevier, 2a ed., 1984. (7) G. L Miessler, D. A. Tarr, Inorganic Chemistry, Pearson, 3a. ed., 2004. (8) D. F. Shriver, P. W. Atkins, T. L. Overton, J. P. Rourke, M. T. Weller, F. A. Armstrong, Química Inorgânica, Bookman, 4a. ed., 2008. (9) R. F. de Farias (Organizador), Química de Complexos ‐ Fundamentos e Atualidades, 2a, ed., Editora Átomo, 2009. (10) C. J. Jones, A Química dos Elementos do Bloco D e F, Bookman, 2002.
Química Analítica Avançada
(IQU-709)

O estado de equilíbrio. Medidas de constantes de equilíbrio. Atividade. Aspectos termodinâmicos do estado do equilíbrio. Métodos matemáticos de cálculo do equilíbrio. Equilíbrio ácido-base. Força de ácidos e bases. Equilíbrio ácido-base em soluções aquosas. Representação gráfica dos dados de equilíbrio. Equilíbrios ácido-base em soluções não aquosas. Equilíbrios em complexos. Equilíbrios simultâneos. Estrutura e reatividade. Efeitos e reatividade. Efeitos de solvente. Cinética de reações. Ordem e molecularidade. Cinética e mecanismo. Equilíbrio de oxi-redução e de solubilidade.

Bibliografia: (1) E. Martell e R.J,. Motekaitis. Determination and Use of Stability Constants.VCH, 1998. (2) B. Tremillon, D. Inman, Reactions in Solution, Wiley, 1992. (3) W. Streng, Characterization of Compounds in Solution Theory and Practice, Kluwer Publ., 2001.
Mecanismos de Reações Orgânicas
(IQU-711)

Conceitos fundamentais usados em mecanismos. Classificações de mecanismos. Metodologia para obter informação para eliminar propostas de mecanismo, incluindo métodos cinéticos gerais, aplicação da equação de Hammett, efeitos cinéticos de isótopos, Parâmetros de Nucleofilicidade e Efeito de Solvente. Substituição Nucleofilica nos carbonos saturados: historia das classificações; resultados que delimitam a utilização de modelos específicos; participação do grupo vizinho via elétrons n, pi e sigma tanto nos estados de transição quanto intermediários. Mecanismos de Substituição Eletrofilica e Nucleofilica Aromática. Mecanismos de adição às ligações pi e mecanismos de eliminação. Catalise Acido Geral como critério mecanístico aplicados nas adições a sistemas pi. Reações por transferência de elétrons para gerar, anions radicais, e cátion radicais. Mecanismos envolvendo radicais livres.

Bibliografia: (1) F. A. Carey and R. J. Sundberg, Advanced Organic Chemistry, Vol. A, 4nd Ed., Kluwer Academic/Plenum Publishers, 883 pp., 2000. (2) Jerry March, Advanced Organic Chemistry, 3rd Ed., Wiley, NY, 1346pp., 1985. (3) N. Isaacs, Physical Organic Chemistry, 2nd Ed., Longman Group Limited, 877 pp., 1995. (4) R. B. Grossman, The Art of Writing Reasonable Organic Reaction Mechanisms, Springer-Verlag, New York, Inc, 331pp., 1998. (5) Literatura de revistas científicas especializadas como: Journal of the American Chemical Society, Journal of Organic Chemistry, Accounts of Chemical Research, Chemical Reviews.
Química do Meio Ambiente
(IQU-715)

A formação e dinâmica da atmosfera. Balança de calor incluído o albedo e o efeito estufa. Alterações no efeito estufa com atividades naturais e antropogénicos. A camada de ozônio, as reações de formação e consumo de ozônio e os processos catalíticos que controlam sua concentração na estratosfera. Chuva acida. Química troposférica. Poluição urbana, a natureza, a formação e as reações dos causadores da poluição.

Bibliografia: (1) Colin Baird. Environmental Chemistry, 2o Ed., W.H.Freeman Pub., New York, 528pp., 1999. (2) Gary W. VanLoon; Stephen J.Duffy. Environmental Chemistry, 2o Ed., Oxford Univ. Press, 532pp., 2005. (3) Artigos de revistas especializadas como Nature, Science, Environmental Science and Technology.
Métodos Físicos de Análise Orgânica
(IQU-716)

Visa proporcionar aos alunos o aprofundamento necessário quanto aos aspectos fundamentais (princípios, instrumentação e aplicações) dos métodos espectroscópicos de uso corrente na análise orgânica, para fins de determinação e elucidação estrutural de diferentes tipos de substâncias e no acompanhamento de reações químicas. Espectroscopia no ultra-violeta (UV). Espectroscopia no infravermelho (IV). Espectroscopia de ressonância magnética nuclear (RMN). Espectrometria de massas (MASSAS).

Bibliografia: (1) R. M. Silverstein; F. X. Webster; D. Kiemle, Spectrometric identification of organic compounds. 7th ed. New York : John Wiley & Sons, 2005. (2) L. D. Field;S. Sternhell; J. R. Kalman, Organic structures from spectra. 3rd ed. New York: Wiley, 2002. (3) E. Breitmeier, Structure elucidation by NMR in organic chemistry: a practical guide. 3rd ed. New York : John Wiley & Sons, 2002. (4) D. L. Pavia; G. M. Lampman; G. S. Kriz, Introduction to spectroscopy. 3rd ed. Philadelphia: Saunders College and Harcourt Brace, 2000. (5) R. R. Ernst; G. Bodenhausen, A. Wokaun, Principles of nuclear magnetic resonance in one and two dimensions. Oxford : Carendon Press, 1990. (6) V. M. S. Gil; C. F. G. C. Geraldes, Ressonância magnética nuclear: fundamentos, métodos e aplicações. 2a. ed. Lisboa : Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. (7) F. W. MCLafferty; F. Turecek, Interpretation of mass spectra. 4th ed. Sausalito, CA: University Science Books, 1993. (8) C. R. Kaiser, RMN 2D: Detecção Inversa e Gradiente de Campo na Determinação Estrutural de Compostos Orgânicos, Química Nova, v.23, n.2, p. 231 - 236, 2000.
Técnicas de Caracterização de Petróleo e Derivados
(IQU-718)

I - Fundamentos Teóricos: Caracterização de petróleo e principais derivados. Refinarias de petróleo. Destilação e refino de petróleo. Ensaios normativos: gasolina (destilação, número de octano, teor de enxofre e  hidrocarbonetos, corrosividade, estabilidade; diesel e biodiesel (destilação, teor de enxofre e hidrocarbonetos, número de cetano, números de luminômetro, teor de biodiesel; álcool (acidez, condutividade, teor de água; gás natural (análise cromatográfica). II - Aulas experimentais.

Bibliografia: (1) Szklo, Alexandre Salem; Fundamentos do Refino de Petróleo. Editora Interciência. Rio de Janeiro, 2005. (2) Mariano, Jacqueline Barboza; Impactos Ambientais do Refino de Petróleo.Editora Interciência, Rio de Janeiro, 2005.
Petróleo e Derivados
(IQU-721)

Produção, preservação e concentração da matéria orgânica. Evolução da matéria orgânica sedimentar. Migração e acumulação de petróleo. Composição do petróleo. Classificação dos óleos crus. Gás natural. Exploração de petróleo. Perfuração de poços de petróleo. Refino de petróleo. Métodos analíticos de determinação das características físicas e químicas de óleos e derivados. Craqueamento catalítico. Alquilação. HDT, HCC e Claus. Reforma e isomerização. Processamento de gás natural.

Bibliografia: (1) K. E. Peters, C. C. Walters and J. M. Moldowan, The Biomarker Guide. I. Biomarkers and Isotopes in the Environment and Human History. II. Biomarkers and Isotopes in Petroleum Systems and Earth History. 2nd Ed., Cambridge University Press, Cambridge, 1155pp., 2005. (2) S. Killops and V. Killops, Introduction to Organic Geochemistry, 2nd Ed., Blackwell Publishing Ltd, United Kingdom, 393pp., 2005. (3) B. P. Tissot and D. H. Welte, Petroleum Formation and Occurrence, Springer-Verlag, Berlin, 699pp., 1984. (4)Gary, J.H. & Handwerk, G.E. (1994) Petroleum Refinery. Marcel Dekker, Inc. (5) G. Knoth, J. Krahl, J. v Gerpen (2006) Manual do Biodiesel. Edgar Blucher.
Bases Moleculares da Nanociência e Nanotecnologia
(IQU-722)

A disciplina tem como objetivo introduzir aos alunos as bases moleculares e ferramentas utilizadas na Nanociência e Nanotecnologia. Introduzir conceitos de eletrônica molecular, de química supramolecular, controle de propriedades pelo ajuste da estrutura molecular. Introdução aos conceitos de montagem de dispositivos moleculares e suas aplicações. Introdução: definições, modelando propriedades através da estrutura química, química como ciência central para nanociência e nanotecnologia. Interações Supramoleculares: Tipos de interação entre moléculas, a supermolécula e reconhecimento molecular, autoorganização, dispositivos moleculares e supramoleculares, engenharia e arquitetura molecular, o fenômeno da complexidade, moléculas e agregados moleculares como nanomáquinas, ativação por reconhecimento, ativação por pH, ativação por luz, eletrônica molecular – Nanoeletrônica, fios moleculares, nanotubos de carbono e materiais assemelhados, pontos quânticos e espectroscopia, polímeros condutores, cristais Líquidos, fotônica, processamento de informações pela mudança de propriedades, computação molecular, dendrímeros, nanotribologia, nanobiotecnologia,técnicas experimentais em Nanociência e Nanotecnolgia, Mecanossíntese, Microscopia, manipulação em nível atômico, Catálise e Nanotecnologia, Nanopartículas, Nanocavidades, Nanotecnologia no Brasil, Perspectivas, Aplicações Futuras, Ética em Nanociência e Nanotecnologia, Por quê? Para quê? Para quem? Usos e abusos da nanotecnologia.

Bibliografia: (1) H. E. O. Toma, O Mundo Nanométrico: A Dimensão do Novo Século. Oficina de Textos, São Paulo, 102pp., 2004. (2) K. E. Drexler, Nanosystems: Molecular Machinery, Manufacturing and Computation. Wiley, NY, 555 pp., 1992. (3). W. A. Goddard (ed), Handbook of Nanoscience, Engineering, and Technology. CRC Press, NY, 703 pp., 2003. (4) R. Brooker, E. Boysen, Nanotechnoloy for Dummies, Wiley, New Jersey, 361 pp., 2005. ( )5 B. Bhushan (ed.), Springer Handbook of Nanotechnology, Springer, NY, 1189 pp., 2004. (6) C. P. Poople, F. J. Owens, Introduction to Nanotechnology, Wiley, NY, 388 pp., 2003. (7) Artigo recentes dos periódicos J. Am. Chem. Soc., Nature, Science, J.Org.Chem, entre outros.
Catálise Homogênea
(IQU-723)

Catálise homogênea: Histórico e importância.Complexos de metais de transição:Teoria do campo cristalino, teoria do campo ligante.Complexos de metais de transição: Retrodoação, regra dos 18 elétrons, ciclo catalítico.Reação com metais de transição: Reações chave em catálise: inserção e eliminação b.Reação com metais de transição: Reações oxidativas e eliminação redutiva. Dissociação e troca de ligante.Reação catalisada por complexos de metais de transição: hidrogenação, isomerização, hidroformilação/carbonilação.Reação catalisada por complexos de metais de transição: oxidação homolítica e heterolítica.Complexos de metais de transição ancorados em polímeros.

Bibliografia: (1) Robert H. Crabetree, The Organometallic Chemistry of transition metals, John Wiley & Sons, New York, 546 pp., 1988. (2) Artigos recentes da literatura.
Catálise Ácido-Base
(IQU-724)

Ácidos e bases de Bronsted e Lewis. Equilíbrio químico e acidez. Função acidez de Hammett. Superácidos. Catálise ácida em solução. Catalisadores sólidos ácidos. Zeólitas (estrutura, modificação e acidez). Argilas, resinas ácidas e óxidos mistos. Medidas de acidez e basicidade de catalisadores sólidos (adsorção e dessorção de moléculas sonda). Principais reações de catálise ácido/base. Conversão de hidrocarbonetos (craqueamento, alquilação, isomerização, desproporcionamento). Química de carbocátions em superfícies. Processo MTO e correlatos. Acidez de catalisadores bifuncionais. Processos industriais de catálise básica. Catálise ácido/base na transformação de biomassa.

Bibliografia: (1) Bruce Gates. Catalytic Chemistry, Wiley, New York, 480 pp., 1991. (2) G. K. S. Molnar; G. Olah. Hydrocarbon Chemistry, Wiley, New York, 632 pp., 1995. (3) G. Olah, G. K. S. Prakash, A. Molnar; J. Sommer. Superacid Chemistry, 2o Ed., Wiley, New York, 850 pp., 2009. (4) Artigos recentes da literatura.
Eletroquímica
(IQU-735)

Propriedades de eletrólitos no equilíbrio. Equilíbrio de transferência de carga em sistemas eletroquímicos heterogêneos. Processos eletroquímicos em sistemas heterogêneos. Introdução em métodos eletroquímicos. Métodos estacionários e não-estacionários.

Bibliografia: (1) A. J. Bard. Electrochemical Methods, Fundamentals and Applications; John Willey & Sons, New York, 839 pp., 1980. (2) J. O. M. Bockris; A. K. N. Reddy. Modern Electrochemistry, vol. 1, Plenum Press, NY, 1267 pp., 1977.
Estatística Básica
(IQU-761)

Descrição estatística de medidas. Populações, amostragem, média, desvio padrão, variância. Medida da qualidade. Erros. Precisão. Exatidão. Distribuição normal, desvio padrão, intervalo de confiança. Introdução ao teste de hipóteses, testes uni-e bilaterais. Alguns testes de hipóteses: comparação de duas médias, comparação de variâncias, valores aberrantes. Análise de variância (ANOVA). Regressão. Validação de modelo. Heterocedasticidade.

Bibliografia: (1) J.C. Miller & J.N. Miller. Statistics for Analytical Chemistry, Ellis Horwood, Chichester, 3rd. Ed., 1993. (2) D. L. Massart et al. Data handling in Science and Technologu, vol. 20A, Handbook of Chemometrics and Qualimetrics: part A, Amsterdam, Elsevier, 1997. (3) W. O. Bussab and P.A. Morettin, Métodos Quantitativos, Estatistica Básica, Ed. Atual,1997. (4) W. O. Bussab, Métodos Quantitativos, Análise de Variância e Regressão, Ed. Atual, 1986. (5) H. Anton & C. Rorres; Elementary Linear Álgebra; Applications version. John Wiley & Inc. New York, 8ª. Edição, 2000. (6) M. F. Triola, Elementary Statistics, 11a. edição, The Benjamin Cummings Publishing Company, 2009. (7) R. Larson & E. Farber, Elementary Statistics: Picturing the World, 4th Edition, 2008.
Otimização de Métodos Analíticos
(IQU-762)

Aspectos gerais, otimização seqüencial (simplex), otimização simultânea (planejamento de experiências), “screening” (fatoriais e fatoriais fracionários) e otimização (composição central, doehlert, ótimos, misturas), métodos da superfície de resposta, métodos de otimização multicritério.

Bibliografia: (1) M. Meloun, J. Militky, M. Forina, E. Horwood, Chemometrics for Analytical Chemistry, v. 1: PCaided statistical data analysis, Chichester, England, 1992. (2) D. L. Massart, B.G.M. Vandeginste, L.M.C. Buydens, S. de Jong, P.J. Lewi and Smeyers-Verbeke, Handbook of chemometrics and qualimetrics: part A. Data handling in science and technology, v. 20A, Elsevier, Amsterdam, 1997. (3) D.L. Massart, B.G.M. Vandeginste, L.M.C. Buydens, S. de Jong, P.J. Lewi and J. Smeyers-Verbeke, Handbook of chemometrics and qualimetrics: part B. Data handling in science and technology, v. 20A, Elsevier, Amsterdam, 1998. (4). R. Cleymaet, E. Quartier, D. Slop, D.H. Retief, J. Smeyeers-Verbeke e D. Coomans, Model for assessment of lead content in human surface enamel, J. Toxicol. Environ. Health, v. 32, p. 111-127, 1991. (5) B. B. Neto, I.S. Scarminio, R.E. Bruns, Planejamento e otimização de experimentos., Ed. UNICAMP, 2ª ed., SP, Brasil, 1996. (6) R. Carlson, Design and optimization in organic chemistry. Data handling in science and technology, v. 8, Elsevier, Amsterdam, The Netherlands,1992. (7) M. I. Rodrigues & A. F. Iemma, Planejamento de experimentos e otimização de processos. Uma estratégia seqüencial de planejamentos, Editora Casa do Pão, Campinas (SP), 2005. (8) L. Eriksson, E. Johansson, N. Kettaneh-Wold, C. Wikström, S. Wold, Design of experiments, Umetrics Academy, Suécia, 2008.
Análise de Resíduos
(IQU-763)

Definição técnica, politica e jurídica de “residuo”, residuos quimicos vs resíduos industriais critérios de segurança e de compatibilidade, rotas de processamento, formas de pré-tratamento para disposição, escolha de alternativas, casos reais de poluição por residuos orgânicos e inorgânicos, legislação ambiental. Fundamentos de ecotoxicologia.

Bibliografia: (1) The Chemistry Set, MPC Version 1.1, New Media, USA, 1996. (2) M.J. Pitt; E. Pitt, The handbook of Laboratory Waste Disposal., Ellis Horwood Ltd., UK, 1985. (3) The International Technical Information Institute Toxic and Hazardous Industrial Chemicals Safety Manual for Handling and Disposal with Toxicity and Hazard Data. Japan, 1986. (4) Mauro Sá. Curso de Segurança em laboratório. SEREC Serviço de Recursos Humanos CENPES/Petrobrás, 1998. (5) Informações básicas sobre Meio-Ambiente. Grupo de Meio Ambiente, CENPES/SUPER/DIAP/SESIN, 1999. (6) L. Bretherick. Hazards in the Chemical Laboratory. The Royal Society of Chemistry, 3o Ed., UK, 604 pp., 1981.
Tópicos em Química II: Petróleo e Meio Ambiente
(IQU-772)

Composição química do petróleo. Métodos utilizados para a classificação dos diferentes tipos de óleos. Métodos de detecção de petróleo no meio ambiente. Contatos naturais do petróleo com o meio ambiente. Poluição por petróleo e derivados causada por atividades humanas. Transformações físicas, químicas e biológicas sofridas pelo petróleo no meio ambiente. Efeitos de poluição por petróleo e derivados. Remediações físicas. Remediações químicas. Remediações biológicas.

Bibliografia: (1) Mariano, J. B.; Impactos Ambientais do Refino de Petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2005. 232 p.
(2) Duffy, S. J.; VanLoon, G. L., Environmental Chemistry. Oxford: Oxford University Press, 2005. 515 p. (3) Baird, C., Química Ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2002. 622 p.

Físico-Química Orgânica
(IQU-807)

Efeito dos substituintes no estado de transição. Estrutura e ordem em solventes. Ligação hidrogênio.

Bibliografia: (1) N. Isaacs, Physical Organic Chemistry, 2o Ed., Longman., UK, 877pp., 1995. (2) T. H. Lowry, K. S. Richardson, Mechanism and Theory in Organic Chemistry, 3o Ed.; Harper&Row, NY, 1090pp., 1987. (3) B. K. Carpenter, Determination of Reaction Mechanisms, Wiley, NY, 247pp., 1984. (4) J. H. Murrell and E. A. Boucher, Properties of liquids and solutions, J. Wiley & Sons, Chichester, 1982. (5) C. Reichardt, Solvents and solvent effects in organic chemistry, 3rd Ed., VCH, Weinheim, 653pp., 2003. (6) A. Pross, Theoretical and Physical Principles of Organic Reactivity, Wiley-Interscience, New York, 1995. (7) S. S. Shaik, H. B. Schlegel e S. Wolfe Theoretical Aspects of Physical Organic Chemistry. The SN2 Mechanism, Wiley-Interscience, NY, 1992. (8) L. Eberson, Electron Transfer Reactions in Organic Chemistry, Springer-Verlag, Berlin, 1987. (9) E. V. Anslyn, D. A. Dougherty, Modern Physical Organic Chemistry, University Science, NY, 1104pp., 2005. (10) Artigos científicos de periódicos como Journal of the American Chemical Society; Journal of Organic Chemistry; Chemical Review; Accounts Chemical Research; Journal of Physical Chemistry. Physical Organic Chemistry.
Química Fina
(IQU-810)

A disciplina tem como objetivos enfatizar a integração dos aspectos econômico, científico, tecnológico e ambiental, visando o desenvolvimento de uma Indústria Química Moderna e Competitiva. Os seguintes tópicos são abordados: Características gerais da Indústria de Química Fina, Aspecto científico/tecnológico versus aspecto econômico; Os setores da Química Fina, Fármacos: setor farmoquímico e setor farmacêutico, Defensivos agrícolas, Cosméticos, Catálise: homogênea, heterogênea e enzimática, Corantes e pigmentos, Aditivos: alimentos, combustíveis, etc.; O Mercado Brasileiro e Mundial nos setores da Química Fina; Processos Industriais não Poluidores; Otimização e Segurança de Processos Industriais.

Bibliografia: (1) M. M. A. Levy. Tópicos em Química Fina, Edgard Blucher Ltda, 125pp., 1987. (2) A. Heaton. The Chemical Industry, Kluwer Academic Publishers, London, 400pp., 1993. (3) K. Weissermel; H.-J. Arpe. Industrial Organic Chemistry, 4th Ed., VCH, Weinheim, 492pp., 2003. (4) R. A. Sheldon. Chirotechnology: Industrial Synthesis of Optically Active Compounds, Marcel Dekker, New York, 444pp., 1993. (5) J. H. Clark. Chemistry of Waste Minimization, Kluwer Academic Pub., London, 554pp., 1995. (6) K. Faber. Biotransformations in Organic Chemistry, 5th Ed., Springer, New York, 454pp., 2004. (7) Artigos científicos em periódicos especializados como Organic Processes Research and Development, Industrial Engineering Chemistry Research, Green Chemistry, Chemical and Engineering News.
Seminários de Petróleo e Gás
(IQU-811)
Palestras sobre assuntos diversos relacionados com o setor de petróleo e gás natural, organizadas pela Comissão Gestora do PRH-01. O objetivo é fornecer ao estudante uma visão ampla do setor, enfatizando não apenas a Química envolvida nas diversas etapas de exploração, produção, refino e controle de qualidade de petróleo e derivados, mas também outros aspectos da indústria do petróleo como, por exemplo, Geopolítica, Direito Regulatório e Políticas Energéticas.
Análise Térmica
(IQU-812)

Introdução: histórico e definições. Técnicas básicas, instrumentação, aplicações de Análise Termogravimétrica (TGA), Análise Térmica Diferencial (DTA), Calorimetria Diferencial de Varredura (DSC), Análise Termodinâmicas: estática (TMA) e dinâmica (DMTA). Aplicações na caracterização e no controle de qualidade de produtos químicos (farmacêuticos, alimentícios, cosméticos, polímeros, etc) e na determinação de parâmetros cinéticos. Técnicas e métodos mais avançados: Calorimetria Diferencial de Varredura de Temperatura Modulada (TMDSC), análise dos gases desprendidos e métodos simultâneos.

Bibliografia: (1) Cheila G. Mothé e Aline D. de Azevedo, Análise Térmica de Materiais, 2a Ed., Editoras Inteligentes, São Paulo, 302pp., 2006. (2) T. Hatakeyama and F.X. Quinn, Thermal Analysis- Fundamentals and Applications to Polymer Science, 2th Ed., J. Wiley & Sons, Chichester, 180pp., 1999. (3) P. J. Haines, Principles of Thermal Analysis and Calorimetry, RSC Paperbacks, London, 320pp., 2002.
Geoquímica Orgânica: Biomarcadores
(IQU-814)

Biomarcadores. Principais tipos de biomarcadores. Correlações Biomarcador-Precursor Biológico-Organismo Vivo. Métodos de isolamento e análise de biomarcadores. Espectrometria de massas de biomarcadores. Biomarcadores como indicadores da origem da matéria orgânica sedimentar e do paleo-ambiente deposicional. Biomarcadores como indicadores do grau de maturação de rochas sedimentares. Caracterização de óleos. Avaliação da qualidade, da quantidade e da maturação da matéria orgânica sedimentar. Correlações óleo-óleo e óleo-rocha geradora. Aplicação de biomarcadores na Química Ambiental do Petróleo

Bibliografia: (1) K. E. Peters, C. C. Walters and J. M. Moldowan, The Biomarker Guide. I. Biomarkers and Isotopes in the Environment and Human History. II. Biomarkers and Isotopes in Petroleum Systems and Earth History. 2nd Ed., Cambridge University Press, Cambridge, 1155pp., 2005. (2) S. Killops and V. Killops, Introduction to Organic Geochemistry, 2nd Ed., Blackwell Publishing Ltd, United Kingdom, 393pp., 2005. (3) B. P. Tissot and D. H. Welte, Petroleum Formation and Occurrence, Springer-Verlag, Berlin, 699pp., 1984
Espectrometria de massas
(IQU-816)

Instrumentação, analisadores de massas (quadrupolo, ion trap, tempo de vôo, campo magnético, híbrido), espectros de massas e sua interpretação, mecanismos de fragmentação, fontes iônicas, ionizações brandas (Ionização Química, FAB, Ionização Química a Pressão Atmosférica, Eletronspray, Ionspray, MALDI), técnicas hifenadas (CG/EM, CLAE/EM), espectrometria de massas acoplada a espectrometria de massas
(EM/EM), análise de biomoléculas.

Bibliografia: (1) F. W. McLafferty and F. Turecek, Interpretation of mass spectra. Fourth Edition, University Science Books, Sausalito, California, 371pp., 1993. (2) F. W. McLafferty, Tandem Mass Spectrometry. John-Wiley & Sons, New York, 506pp.,1983. (3) Bierbaum, V.M. (Editor). Frontiers in Mass Spectrometry. Chemical Reviews, American Chemical Society Publications, 101 (2), 209-606, 2001.

Cromatografia Líquida e Gasosa: CLAE e CG
(IQU-820)

CLAE: Fundamentos teóricos, detectores universais e seletivos, injetores, bombas, colunas, tipos de fases móveis e estacionárias, e aplicações. Análise qualitativa e quantitativa. CG: Fundamentos teóricos, Equação de van Deemter; Instrumentação: detectores universais e seletivos, injetores, técnicas de injeção, mecanismos de focalização, lacunas de retenção, colunas; aplicações. Análise qualitativa: co-injeção, índice de Kovats, padrões de referência, tempo de retenção. Análise quantitativa: normalização de área, padronização externa, padronização interna, adição

Bibliografia: (1) Aquino Neto, F. R.; Nunes, D. S. S. Cromatografia: Princípios Básicos e Técnicas Afins. Editora Interciência, RJ, 188 pp., 2003.
Química de Fluidos de Perfuração para Poços de Petróleo
(IQU-821)

Introdução à tecnologia de perfuração de poços de petróleo. Tipos de fluidos de perfuração. Funções dos fluidos. Problemas relacionados ao desempenho dos fluidos. Aditivos para manutenção das propriedades reológicas, propriedades de inibição de reatividade de folhelhos, lubricidade, controle de filtrado, estabilidade de emulsões. Formulação de fluidos de base aquosa e base orgânica, oleosa e sintética. Ensaios de avaliação API (American Petroleum Institute).

Bibliografia: (1). C. V. Chilingarian; P. Vorabutr. Drilling and Drilling Fluids, Elsevier Scientific Publishing Company , Amsterdan, 1981. (2). K. Van Dyke. Drilling Fluids, Petroleum Extension Service, The University of Texas, Austin, Texas, 2000. (3). H. C. H. Darley; G. R. Gray. Composition and Properties of Drilling and Completion Fluids, Gulf Publishing Company, Houston, 1988. (4). Steve Deveraux. Practical Well Planning and Drilling, Penn Well Publishing Company, Oklahoma, 1998. (5). J. W. Goodwin; R. W. Hughes. Rheology for Chemists, The Royal Society of Chemistry, London, 2000. (6). W. S. Shalaby; K. J. L. Burg. Adsorbable and Biodegradable Polymers, CRC press, London, 2004. (7). R. J. Hunter. Introduction to Colloid Science, Oxford University Press, Oxford, 1993. (8). F. D. Evans; H. Wennerstron. The Colloidal Domain, Wiley-VCH, New York, 1999. (9). K. Holmberg; B. Jonsson; B. Lindman. Surfactants and Polymers in Aqueous Solutions, J. Wiley and Sons, Chichester, 2003.
Introdução à Catálise Heterogênea
(IQU-824)

Conceitos fundamentais; adsorção; cinética de reações catalíticas heterogêneas; preparação de catalisadores; caracterização de catalisadores; catálise ácido-base; catálise em semi-condutores; catálise em metais.

Bibliografia: (1) Bruce C. Gates. Catalytic chemistry, Wiley, New York, 480 pp., 1991. (2) J. L. Figueiredo; F. Ramoa Ribeiro. Catálise Heterogénea, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1987. (3) J. W. Niemantsverdriet - Spectroscopy in Catalysis, VCH, Weinheim, 1995. (4) R. A. van Santen - Theoretical Heterogeneous Catalysis, World Scientific, Singapore, 396 pp., 1991. (5) Industrial Catalysis: a Practical Approach, 2nd Ed., Wiley, New York, 525 pp., 2006.
Cinética Química
(IQU-832)

Introdução a cinética química. Bases empíricas. Métodos experimentais e tratamento de dados. Teoria das colisões. Teoria do estado de transição. Reações complexas. Catálise homogênea e heterogênea. Reações em cadeia. Cinética das reações em eletrodo.

Bibliografia: (1) R. G. Gilbert, S. C. Smith, Theory of Unimolecular and Recombination Reactions, Blackwell Scientific Publications, Oxford, 1990. (2) J. I. Steinfeld, J. S. Francisco, W. L. Hase, Chemical Kinetics and Dynamics, Englewood Cliffs, New Jersey, 1989. (3) Publicações científicas em revistas internacionais, Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado recentes. (4) Manuais e material de apoio dos diversos programas computacionais usados nos trabalhos práticos (GAUSSIAN, POLYRATE, UNIMOL e KINAL).
Cinética Eletroquímica
(IQU-833)

Termodinâmica de Interfaces Carregadas Eletricamente; Dupla Camada Elétrica; Cinética Eletroquímica; Equações Básicas; Reações em Múltiplas Etapas; Cinética Controlada pelo Transporte de Massa.

Bibliografia: (1) J. O. M. Bockris, A. K. N. Reddy, Modern Electrochemistry, vol. 2, Plenum Press, NY, 1267 pp., 1977. (2) Allen J. Bard, Larry R. Faulkner, Electrochemical Methods: Fundamentals and Applications, 2nd ed., Wiley, NY, 1365 pp., 2001. (3) Jiri Koryta, Jiri Dvorak, Ladislav Kavan, Principles of Electrochemistry, 2nd ed., Wiley, Chichester, 502 pp., 1993.
Catálise Heterogênea de Oxidação Seletiva
(IQU-835)

Óxidos de metais de transição e reações de oxidação seletiva. Mecanismo redox de Mars-van Krevelen. Óxidos semi-condutores e mecanismos de condução eletrônica. Propriedades ácidas e oxidativas: mecanismos de quimissorção em óxidos. Ativação da molécula de oxigênio. Adsorção e transformação superficial de alcoóis e hidrocarbonetos. Óxidos mistos: princípio de isolamento de sítio. Principais famílias de catalisadores seletivos: vanadatos, molibdatos, etc. Catalisadores mássicos, suportes e dopantes. Preparação de catalisadores óxidos e caracterização química da superfície por meio de moléculas sonda. Principais reações de catálise heterogênea de oxidação. Conversão de alcoóis e hidrocarbonetos: desidrogenação oxidativa e inserção de oxigênio. Processos industriais de catálise heterogênea de oxidação seletiva.

Bibliografia: (1) T Harold Kung. Transition Metal Oxides: Surface Chemistry and Catalysis, Elsevier, 320 pp., 1989. (2) Victor E. Henrich; P.A. Cox. The Surface Science of Metal Oxides Cambridge University, 464 pp., 1994. (3) Artigos recentes da literatura
Organometálicos
(IQU-846)

Propriedades Gerais: conceituação, Regra dos 18 elétrons, diferentes formas de contar elétrons. Organometálicos σ-ligados: alquilas, arilas, hidretos e outros. Organometálicos contendo CO, RNC, CS, NO, PR3: reações de substituição dissociativa, de associação, efeitos redox e de rearranjos, substituição fotoquímica, efeitos estéreos e de solvente. Organometálicos π-ligados: complexos de alquenos, alquinos, alila, dienos. Complexos com ciclopentadienila e outros metalocenos. Arenos e ligantes alicíclicos. Metalaciclos, abordagem isolobular, complexos de polienos. Adição Oxidativa e Eliminação Redutiva: adições concertadas, Reações SN2, mecanismos radicalares e iônicos. Metátese de ligação σ, acoplamento oxidativo e clivagem redutiva. Inserção e Eliminação: reações com CO, alquenos e outros, eliminação α, β, γ e δ. Adição Nucleofílica e Eletrofílica, e Abstração: adição a CO, a polienos e polienilas, abstração em hidretos, alquilas e acilas. Adição e abstração eletrofílicas. Mecanismos eletrônicos e reações de radicais livres. Catálise homogênea: isomerização, hidrogenação, hidroformilação, hidrocianação, hidrosililação e hidroboração de alquenos. Reações de acoplamento e catálise suportada e em superfície. Complexos com ligações múltiplas metal-ligante: carbenos, carbinos, complexos em ponte, carbenos N-heterocíclicos, ligações múltiplas com heteroátomos. Aplicações de Organometálicos: metátese, dimerização, oligomerização e polimerização de alquenos, ativação de CO, CO2 e CH, materiais e polímeros organometálicos.

Bibliografia: (1) Robert H. Crabtree, The Organometallic Chemistry of the Transition Elements, 4th ed., Wiley-Interscience, Hoboken, 2005. (2) artigos da literatura corrente em vários dos tópicos abordados.
Reatividade em Superfícies
(IQU-847)

A disciplina tem como objetivos discutir os parâmetros que afetam as reações químicas em uma superfície, seja sobre a ótica de catálise, mas também sobre a formação do catalisador; treinar o aluno para o tratamento de dados, construção e teste de modelos cinéticos. Será fornecida uma visão geral sobre o problema das reações em superfície nas aulas teóricas, enquanto dois sistemas específicos, na parte experimental, permitirão consolidar o conhecimento.
Adsorção física e química uma visão macroscópica e molecular. Transição estado sólido para duas dimensões. Grupos funcionais (presente nas superfícies) e seu efeito sobre as reações químicas. Superfícies de suporte usuais e a formação do catalisador. Modelos cinéticos e estudo de casos específicos (o fenômeno de compensação em catálise; reações sobre partículas metálicas; reações sobre sítios ácidos; reações sobre sítios básicos; reações em sistema bifuncional). Parte experimental: realização de reações modelo, sensíveis e insensíveis a estrutura do catalisador.

Bibliografia: (1) J.H. de Bôer. The Dynamical Character of Adsorption Oxford, London, 2o ed, 240 pp., 1968. (2) Gabor A. Somorjai. Introduction to Surface Chemistry and Catalysis, Wiley, NY, 667 pp., 1994. (3) Michel Boudart; G. Djéga-Mariadassou. Kinetics of Heterogeneous Catalytic reactions, Princeton University, New Jersey, 115 pp., 1982. (4) Roald Hoffmann. Solids and Surfaces: A Chemistry’s View of Bonding in Extended Structures. Wiley, NY, 142 pp., 1988. (5) Gilbert F. Froment; Kenneth B. Bischoff. Chemical Reactor Analysis and Design, Wiley, NY, 664 pp., 1990. (6) Arthur W. Adamson; Alice P. Gast. Physical Chemistry of Surfaces, Wiley, NY, 784 pp., 1997. (7) Artigos científicos atuais.
Química de Complexos
(IQU-849)

Complexos metálicos. A Teoria das Ligações de Valência aplicada aos complexos metálicos; suas vantagens e limitações. A Teoria dos Campos Cristalinos: campos octaédricos e tetraédricos, cálculos da energia de estabilização do campo cristalino (EECC), fatores que afetam o valor de Dq, evidências termoquímicas, espectroscópicas e cristalográficas para a EECC. Campos de outras simetrias: complexos tetragonais, quadráticos e outros menos comuns; a distorção tetragonal oriunda de efeitos químicos e eletrônicos; o efeito Jahn-Teller. Limitações da Teoria dos Campos Cristalinos: o caráter covalente das ligações químicas em complexos e o efeito nefelauxético. A Teoria dos Orbitais Moleculares aplicada aos complexos metálicos: diagramas de energia para sistemas σ. Ligações π em complexos: simetria de orbitais, diagramas de energia, competição de ligantes por retrodoação π, evidências experimentais. Spectroscopia eletrônica de complexos: diagramas de Orgel e de Tanabe-Sugano. Propriedades magnéticas dos complexos metálicos. Química descritiva de complexos metálicos: números de coordenação de 2 a 12. O efeito quelato. Isomeria em complexos metálicos: geometria, óptica, de ligação, e outras. Reações, cinética e mecanismos para complexos metálicos: reações associativas e dissociativas. A influência e o efeito trans. Reações de esfera externa e de esfera interna.

Bibliografia: (1) J. E. Huheey, E. A. Keiter e R. L. Keiter, Inorganic Chemistry – Principles of Structure and Reactivity, Harper-Collins, 4a ed., 1993. (2) 2. F. A. Cotton; G. Wilkinson. Advanced Inorganic Chemistry, Wiley-Interscience, 5o Ed., 155 pp., 1988. (3) S. F. A. Kettle, Physical Inorganic Chemistry - A Coordination Chemistry Approach, Spektrum, 490 pp.,1996. (4) A. B. P. Lever. Inorganic Electronic Spectroscopy, Elsevier, 2o Ed., 864 pp., 1984. (5). P. Atkins; T. Overton; J. Rourke; M. Weller; F. Armstrong; S. Atkins. Química Inorgânica, 4o Ed., Bookman, 2008. (6) D.C. Harris; M.D. Bertolucci. Symmetry and Spectroscopy – An Introduction to Vibrational and Electronic Spectroscopy, Oxford University Press, 550 pp.,1978. (7) J.G. Ribas. Coordination Chemistry, Wiley, 2008. (8). R.G. Wilkins, Kinetics and Mechanism of Reactions of Transition Metal Complexes, 2o Ed., VCH,1991.

Instrumentação Analítica
(IQU-861)

Métodos Analíticos: tipos, seleção e calibração. Componentes elétricos e circuitos: correntes direta e alternada, circuitos, medidas e conversão. Semicondutores e aplicações. Fontes e reguladores de tensão. Amplificadores operacionais e diferenciais. Medida e controle da amplificação. Tempo de resposta e faixa de linearidade. Aplicação de amplificadores operacionais ao controle de voltagem e corrente. Chaveamento e operações matemáticas. Eletrônica digital e microcomputadores (PC’s). Sinais analógicos e digitais. Contagem e aritmética com sistemas binários. Componentes básicos. Microprocessadores. Sinais e ruído (S/N). Fontes de ruído em análise instrumental e métodos de diminuição. Radiação eletromagnética: propriedades. Transmissão, refração, reflexão, difração, espalhamento e polarização. Emissão e absorção. Processos de relaxação radiantes e não-radiantes. Fluorescência e fosforescência. Aplicações analíticas. Espectrofotometria. Componentes de instrumentos óticos. Fontes: continuas e discretas. Lasers. Seletores de comprimentos de ondas. Filtros e monocromadores.Primas e redes de difração. Fendas: sensibilidade e resolução. Detectores e transdutores de radiação. Detectores mono e multicanal: arranjos de diodos. Fibras óticas e aplicações. Uso da interferometria e aplicações de transformadas de Fourier em medidas analíticas.

Bibliografia: (1) F.J. Holler, D.A.Skoog, S.R. Crouch, Principios de Análise Instrumental, 6ª Ed., Bookman, Porto Alegre, 2009.
Validação de Métodos de Análise
(IQU-862)

Introdução. Conceito de validação. Normas vigentes (ISO 9000, ISO 17025, ILAC, INMETRO, ICH, PNQ, etc.). Parâmetros exigidos para a validação (definições, conceitos, exemplos). Formas de expressão destes conceitos. Critérios de aceitação. Aplicação destes parâmetros em diversas áreas da quimica e de ciências correlatas. Protocolos de validação (construção e aplicabilidade).

Bibliografia: (1) Eurachem Guide. The fitness for purpose of analytical methods. A laboratory guide to method validation and related topics, 1o Ed., UK,1998. (2) Projeto Internacional de norma ISO 17025, ABNT, 1998. (3) Projeto NBR ISO 9000:2000, ABNT, 2000. (4) Ensaios de proficiência por comparações interlaboratoriais, ISO Guia 43-1, Parte 1. Desenvolvimento e operação de programas de ensaios de proficiência, ABNT, 1999. (5) Ensaios de proficiência por comparações interlaboratoriais, ISO Guia 43-2, Parte 2: Seleção e uso de programas de ensaios de proficiência por organismos de credenciamento de laboratórios, ABNT, 1999. (6) Validation of test methods. General principles and concepts, European cooperation for accreditation of laboratories, EAL-P11, 1997. (7) Format and contents of test methods and procedures for validation and verification of chemical test methods, National Association of Testing Authorities (NATA), Australia, 1997. (8) AOAC official methods validation program, AOAC International, 1998. (9) Guia para laboratórios químicos: um auxílio à organização e ao credenciamento de laboratórios, INMETRO, 1999. (10) Guideline on general principles of process validation, Food and Drug Administration, EUA, 1987. (11). ILAC requirements for the accreditation of providers of proficiency testing schemes, 1997. (12). ISO 5725-1, Accuracy of measurement methods and results, part 1: general principles and definitions, 1ª edição, 1994. (13). Swartz, M.E.; Kull, I.; Chromatography online.com; The website of LC/GC North America; Validation, Qualification or Verification? 2005. (14) International Conference on Harmonisation of technical requirements for registration of pharmaceuticals for human use (ICH): Validation of analytical procedures: Text and methodology -Q2(R1); 2005. (15) Harmonized guidelines for single laboratory validation of methods of analysis - International Union of Pure and Applied Chemistry: (IUPAC): 2002. (16). Vocabulário internacional de metrologia (VIM): 2008. (17) Guia para a Qualidade em Química Analítica. Uma assistência à habilitação. Séries temáticas 1 –Laboratório- ANVISA: 2005.